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Dublinenses

Nos quinze contos que compõem o livro, vemos o espírito de toda uma cidade no conjunto de seus cidadãos. As personagens que povoam essa Dublin são quase sempre marginalizadas e frívolas, marcadas pela frustração – jesuítas, mendigos, alcoólatras e artistas, que povoam velórios, pensões, cafés e comitês de província, declarando seus preconceitos de classe e revelando seus dramas pessoais. A experiência narrativa de Joyce adensa-se na direção da consciência de suas personagens, incluindo, misturando e confundindo os diversos gêneros do discurso e pontos de vista. Joyce seria um poeta do finito e da matéria, uma matéria de que a consciência busca se apropriar da forma mais completa possível. É um narrador da percepção sensível, cuja repetição, muitas vezes, como ocorre também em Proust, invade o presente como um bloco de sensação pregressa e memória.

Tipo: Novo
Autor(a): James Joyce
Editora: Hedra
Ano: 2008
Páginas: 208
Dimensões: 22,8 x 15,2 x 1,6
Idioma: Português

Dublinenses
R$44,90 R$39,90
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Nos quinze contos que compõem o livro, vemos o espírito de toda uma cidade no conjunto de seus cidadãos. As personagens que povoam essa Dublin são quase sempre marginalizadas e frívolas, marcadas pela frustração – jesuítas, mendigos, alcoólatras e artistas, que povoam velórios, pensões, cafés e comitês de província, declarando seus preconceitos de classe e revelando seus dramas pessoais. A experiência narrativa de Joyce adensa-se na direção da consciência de suas personagens, incluindo, misturando e confundindo os diversos gêneros do discurso e pontos de vista. Joyce seria um poeta do finito e da matéria, uma matéria de que a consciência busca se apropriar da forma mais completa possível. É um narrador da percepção sensível, cuja repetição, muitas vezes, como ocorre também em Proust, invade o presente como um bloco de sensação pregressa e memória.

Tipo: Novo
Autor(a): James Joyce
Editora: Hedra
Ano: 2008
Páginas: 208
Dimensões: 22,8 x 15,2 x 1,6
Idioma: Português